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domingo, 1 de maio de 2011

OOOOHHH, LASCA!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

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    domingo, 18 de julho de 2010

    manutenção em lap top




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    domingo, 4 de abril de 2010

    Transistores da série TIP







    Transistores de potência para correntes contínuas, baixas e médias potências encontram uma infinidade de usos. Fontes de alimentação lineares e chaveadas, inversores, controles de potência, amplificadores de áudio são alguns exemplos de circuitos onde tais transistores podem ser usados. Neste artigo, do livro Fontes de Alimentação, analisamos as características dos transistores desta série.




    Uma das séries mais importantes de transistores de potência é a formada pelos componentes cujos tipos começam pelas letras TIP. Lançados originalmente pela Texas Instruments, hoje eles podem ser encontrados, com as mesmas designações de tipos de diversos outros fabricantes.A seguir daremos as características dos principais tipos, tendo como referência as características dos originais da Texas Intruments. Os mesmos tipos de outros fabricantes podem ter pequenas diferenças em relação às características. Isso significa que, nos projetos mais críticos, o montador deve tomar cuidado ao usar um que não seja original.

    Série de Bipolares NPN e PNP
    Esta série conta com transistores bipolares NPN e PNP que vão do TIP29 ao TIP41. Nesta série, os tipos com números ímpares são NPN e os tipos com números pares são PNP. Os sufixos podem ser A, B ou C, conforme as tensões máximas entre coletor e emissor. Assim, temos como regra geral para os transistores dessa série as seguintes tensões máximas, conforme sufixo:

    Sufixo
    Vce ou Veb (max)
    sem sufixo
    40 V
    A
    60 V
    B
    80 V
    C
    100 V

    É sempre possível usar um transistor do mesmo tipo numa aplicação, com o sufixo que represente uma tensão maior do que o original. Por exemplo, um TIP31B substitui com vantagem um TIP31A ou TIP31.Para esses transistores temos três tipos básicos de invólucros que são mostrados na figura 1.


    Figura 1 – Transistores bipolares comuns da série TIP.

    Observe que eles são dotados de recursos para fixação direta num dissipador de calor. A seguir as tabelas com as características dos principais tipos:

    NPN
    Tipo
    Vce (V)
    Ic (max) (A)
    hFE (min)
    Pd (W)
    fT (MHz)
    TIP29
    40
    1
    20
    30
    3
    TIP29A
    60
    1
    20
    30
    3
    TIP29B
    80
    1
    20
    30
    3
    TIP29C
    100
    1
    20
    30
    3
    TIP31
    40
    3
    20
    40
    3
    TIP31A
    60
    3
    20
    40
    3
    TIP31B
    80
    3
    20
    40
    3
    TIP31C
    100
    3
    20
    40
    3
    TIP33
    40
    10
    20
    80
    3
    TIP33A
    60
    10
    20
    80
    3
    TIP33B
    80
    10
    20
    80
    3
    TIP33C
    100
    10
    20
    80
    3
    TIP35
    40
    25
    25
    125
    3
    TIP35A
    60
    25
    25
    125
    3
    TIP35B
    80
    25
    25
    125
    3
    TIP35C
    100
    25
    25
    125
    3
    TIP41
    40
    6
    20
    65
    3
    TIP41A
    60
    6
    20
    65
    3
    TIP41B
    80
    6
    20
    65
    3
    TIP41C
    100
    6
    20
    65
    3


    PNP
    Tipo
    Vce (V)
    Ic (max) (A)
    hFE (min)
    Pd (W)
    fT (MHz)
    TIP30
    40
    1
    20
    30
    3
    TIP30A
    60
    1
    20
    30
    3
    TIP30B
    80
    1
    20
    30
    3
    TIP30C
    100
    1
    20
    30
    3
    TIP32
    40
    3
    20
    40
    3
    TIP32A
    60
    3
    20
    40
    3
    TIP32B
    80
    3
    20
    40
    3
    TIP32C
    100
    3
    20
    40
    3
    TIP34
    40
    10
    20
    80
    3
    TIP34A
    60
    10
    20
    80
    3
    TIP34B
    80
    10
    20
    80
    3
    TIP34C
    100
    10
    20
    80
    3
    TIP36
    40
    25
    25
    125
    3
    TIP36A
    60
    25
    25
    125
    3
    TIP36B
    80
    25
    25
    125
    3
    TIP36C
    100
    25
    25
    125
    3
    TIP42
    40
    6
    20
    65
    3
    TIP42A
    60
    6
    20
    65
    3
    TIP42B
    80
    6
    20
    65
    3
    TIP42C
    100
    6
    20
    65
    3

    Significado dos parâmetros:
    Vce é a tensão máxima entre o coletor e o emissor. Quando essa especificação é acompanhada de “o” (open) como em Vceo, significa a tensão máxima entre coletor e emissor quando a base está aberta.
    Ic é a corrente máxima de coletor. Trata-se da corrente contínua máxima que o componente pode conduzir.
    hFE é o ganho estático de corrente, normalmente especificado para uma tensão entre coletor e emissor de 10 V quando o componente conduz uma corrente de 1 A.
    Pd é a potência máxima que o componente pode dissipar quando montado num dissipador ideal.
    fT é a freqüência de transição, ou seja, a freqüência em que o ganho de corrente do componente cai para 1. Além dessa freqüência o componente deixa de amplificar os sinais.


    Série de Darlingtons NPN e PNP
    Da mesma forma que para os transistores bipolares, existe uma série TIP de transistores Darlington. Num único invólucro temos então dois transistores montados na configuração Darlington, NPN ou PNP conforme mostra a figura 2.


    Figura 2 – Transistor Darlington NPN.

    Observe a existência de resistores internos de polarização. Esses transistores, conforme sua capacidade de dissipação podem ser encontrados em três invólucros diferentes que são mostrados na figura 3.


    Figura 3 – Invólucros para transistores de potência.

    Evidentemente, pela sua alta dissipação, esses invólucros também possuem recursos para sua montagem num radiador de calor. Para os transistores Darlington da série TIP, em lugar de sufixos, temos uma seqüência de números a partir do tipo básico indicando a tensão máxima entre coletor e emissor.
    Assim, os NPN começam de “0” e vão até “2” com a seguinte graduação de tensões:
    0 – 60 V
    1 – 80 V
    2 – 100 V

    Por exemplo, o TIP110 é para 60 V, o TIP111 é para 80 V e o TIP112 é para 100 V. Para os PNP, a numeração começa no 5 e vai até o 7, com a seguinte graduação de tensão conforme o número final:

    5 – 60 V
    6 – 80 V
    7 – 100 V

    Assim, temos o TP115 para60 V, TIP116 para 80 V e TIP117 para 100 V, todos PNP. As freqüências de transição desses componentes são sempre muito baixas, menos de 1 MHz, o que limita suas aplicações praticamente a controles de potência e circuitos de fontes lineares ou amplificadores de áudio. Damos a seguir a tabela com as características dos tipos principais desta série:

    Darlington NPN
    Tipo
    Vce (V)
    Ic (max) (A)
    hFE (min)
    Pd (W)
    TIP110
    60
    2
    500
    50
    TIP111
    80
    2
    500
    50
    TIP112
    100
    2
    500
    50
    TIP120
    60
    5
    1000
    65
    TIP121
    80
    5
    1000
    65
    TIP122
    100
    5
    1000
    65
    TIP140
    60
    10
    1000
    125
    TIP141
    80
    10
    1000
    125
    TIP142
    100
    10
    1000
    125


    PNP
    Tipo
    Vce (V)
    Ic (max) (A)
    hFE (min)
    Pd (W)
    TIP115
    60
    2
    500
    50
    TIP116
    80
    2
    500
    50
    TIP117
    100
    2
    500
    50
    TIP125
    60
    5
    1000
    65
    TIP126
    80
    5
    1000
    65
    TIP127
    100
    5
    1000
    65
    TIP145
    60
    10
    1000
    125
    TIP146
    80
    10
    1000
    125
    TIP147
    100
    10
    1000
    125

    Conclusão
    Nas aplicações de altas correntes sob regime de baixas freqüências e correntes contínuas esses transistores, pela sua facilidade de obtenção e baixo custo são os preferidos

    sábado, 16 de janeiro de 2010

    TRANSISTOR SUBSTITUTO

    TRANSISTOR TOSHIBA C5280 MUITO ENCONTRADO EM MONITORES FUNCIONANDO NO HORIZONTAL SUBSTITUE O D1554 EM TVS DAS MARCAS  SEMP E TOSHIBA

    sexta-feira, 27 de novembro de 2009

    Banho de estanho para placas

    Banho de estanho para placas
       (a página pode demorar um pouco para carregar, 850Kb de fotos)
      
       Proteger placas de circuito impresso contra a corrosão é algo que muitos fazem e utilizam diversas formas, tal como breu dissolvido em thinner, verniz, etc. Todas apresentam resultados satisfatórios, porem cada uma tem suas vantagens e seus inconvenientes.
       O breu por exemplo, já é usado a muito tempo e funciona até como fluxo de solda, mas o breu além de ser muito quebradiço é muito grudento, basta manusear a placa um pouco e com o próprio calor e suor dos dedos ele já começa a amolecer e melecar tudo.
       O verniz já não tem este inconveniente do breu, mas acaba por atrapalhar um pouco a soldagem, pois é preciso uma temperatura acima de 250 graus para derrete-lo e ele deixa sujeira na solda que precisará ser limpa com uma escova de dentes velha
       Em todos os dois métodos acima, mesmo assim o cobre ainda tende a oxidar com o tempo, ficando com aspecto escuro, isso devido a própria reação com a camada protetora, a própria sujeira que ficou durante a manipulação entre outros fatores.
       O acabamento que alia a vantagem de não oxidar o cobre e facilitar em 100% a soldagem e o estanhamento. O estanhamento consiste em aplicar uma fina camada de estanho sobre a placa, podendo ser feito pelo menos de três maneiras diferentes:
       - Manual, com ferro de solda e pasta de solda
       - Por onda ou cadinho de solda e fluxo.
       - Deposição galvânica.
       O primeiro método é simples e a grande maioria conhece e o faz. Eu mesmo o uso frequentemente. Várias das placas que estão no final desta página que tem o acabamento estanhado foram feitas assim.
       O segundo não é praticável em casa para baixa quantidade ou produção artesanal, requerendo no mínimo um cadinho de solda.
       O terceiro até que é fácil de fazer, e a placa deve se banhada antes de se desenhar e corroer as trilhas.
       Mas existe um "grande mistério" em torno da galvanização. A parte teórica sobre o processo pode ser lida neste artigo na wikipédia. Irei tratar aqui apenas do aspecto prático.
       Chega de blablabla. Vamos ao que interessa. Gostaria de tem placas com este acabamento?

    Bonito né?
       Bom o que você vai precisar:
       - Solução de bateria
       - Água destilada ou desmineralizada (até "torneiral * " deve funcionar)
       - Uma barrinha de estanho 40x60 (se tiver com maior teor de estanho, melhor)
       - Borracha de silicone
       - Vasilha plástica
       - Bastão de plástico ou vidro
       - Copo para medição
       - Fonte de 12V de preferência ajustável e de uns 10A
       - Pedaços de fio
       - Amperimetro
       - Material de proteção individual (óculos, luva, etc...)

         (* água da torneira mesmo. :)

    Água desmineralizada e solução de bateria.

    Vasilha para o preparo e copo-medida

    Barrinha de estanho 40/60 da Best
       A solução de bateria e água pode ser comprada em postos de gasolina ou auto-elétrica. O estanho e borracha de silicone em qualquer casa de ferragens.
       De posse de tudo isso, vamos proceder a diluição da solução de bateria.
       ANTES DE TUDO: Faça tudo em local arejado, use luvas e óculos de proteção.
       MUITO CUIDADO COM A SOLUÇÃO DE BATERIA! Ela é composta de ácido sulfúrico diluido. Se cair na pele arde e irrita e também pode machucar, na roupa estraga o tecido quase que imediatamente, no cimento ou piso corrói. Manuseie com cuidado e mantenha fora do alcance de crianças e animais. Se cair no chão, uma forma de neutralizar o efeito do ácido e espalhar bicarbonato de sódio dissolvido em água ou cal hidratada.
       Lembre-se das aulas de química: Coloque sempre o ácido lentamente sobre a água, NUNCA o contrário.
       Dilua 1 parte de solução de bateria para 20 de água. Ex: se for usar 100ml de ácido, precisará de 2000ml (2 litros) de água. Coloque sempre a água primeiro e já vertendo o ácido sobre a água lentamente e vá agitando a solução lentamente com um bastão de plástico ou vidro.
       NÃO REAPROVEITE PARA OUTROS USOS  o copo usado para medida, e nem as vasilhas usadas no processo.
       Pegue a barrinha de estanho e a enrole de forma a aumentar sua área:

    Que foto ruim!
       Já aproveite e solde um pedaço de fio nela para conectar a fonte de alimentação. E cubra esta parte com borracha de silicone para que o ácido não ataque o fio de cobre.

       Agora pegue um pedaço de fio de cobre qualquer e faça um rolinho igual a barrinha de solda mais ou menos com a mesma área. Este eletrodo o usaremos no inicio do preparo do banho como "eletrodo de sacrifício".

    Eita fiozinho feio! Queria o que... era sucata!
       Mergulhe tudo na solução e conecte a barrinha de estanho ao positivo da fonte, pode colocar o amperímetro em serie aqui, e o negativo no eletrodo de sacrifício. FAÇA ISSO EM LOCAL AREJADO! Pois será liberado hidrogênio e oxigênio em grande quantidade. Verifique a corrente no amperímetro. O valor deve ficar entre 3 e 6A. Você pode ajustar inicialmente a corrente aproximando ou afastando mais os eletrodos. Se estiver muito alta assim mesmo será necessário diluir mais ainda a solução. Coloque mais água (DEVAGAR!)

       Deixe "ferver" por cerca de 30 minutos, mas observe frequentemente o eletrodo de cobre. O objetivo disso é carregar a solução com íons de estanho/chumbo. Já que todo banho galvânico precisa ter um sal do metal a ser depositado dissolvido no ácido (no caso seria sulfato de estanho) e não temos isso com facilidade, a solução é produzir o sal na marra.
       Depois de algum tempo você ira notar que esta aparecendo estanho no eletrotodo de cobre:


       Desligue a fonte e deixe descansar por cerca de 1/2 hora. Deixe os eletrodos dentro da solução. Ela ira começar a ficar esbranquiçada/leitosa. É o nosso sulfato de chumbo/estanho aparecendo.

       Tudo pronto para começar o processo. Pegue a placa de circuito impresso virgem, solde um pedaço de fio nela e limpe tudo muito bem com bombril para tirar qualquer sinal de oxidação. É bom dar uma lavada antes com detergente para desengordurar (banho desengraxante). Não coloque os dedos sobre a area do cobre.

    Sim, para estes testes eu usei só retalhos de placa.
       Conecte a placa no negativo da fonte, mergulhe na solução e ligue a fonte. Confira a corrente se esta em torno de 3 a 6A. Se estiver muito alta, diminua a tensão da fonte (por isso fonte ajustável). Quanto menor a tensão e corrente, melhor é o acabamento do banho, porem demora um pouco mais.

       Abaixo fiz um vídeo que mostra o processo em tempo real. Foram necessários dois minutos para uma camada suficiente para proteger a placa (a área a ser coberta influencia muito no tempo).

    Este vídeo não é definitivo, depois eu faço um melhor mostrando o
    preparo da placa antes e depois. :P
       Ao sair do banho a camada de estanho esta escurecida por causa do ácido da solução, mas isso não é problema. Lave a placa em água corrente.

       Basta polir o banho. Não use bombril, pois o banho é fino e pode chegar no cobre novamente, use papel (pode ser jornal, papel higiênico, papel toalha). Esfregue com vigor e pronto! Temos nossa placa inteiramente estanhada com uma finíssima camada de estanho/chumbo.

    Este é um pedaço de retalho.
      O tempo do banho varia de acordo com vários fatores, mas os dois determinantes é a corrente utilizada e a área a ser banhada. Portanto para saber o ponto exato, vá retirando a placa do banho a cada minuto, quando as bordas começarem a ficar mais escuras indica que o estanho não esta mais aderindo a placa e sim formando pequenos grãos. Neste ponto retire a placa do banho, lave, faça um polimento prévio com jornal e coloque a placa no banho por mais um tempo até começar a escurecer as bordas novamente.
       Depois deste segundo passo, retire a placa, lave com água e detergente e faça o polimento definitivo. Eu não senti a necessidade, mas pode ser experimentado um polimento com Kaol ou outro tipo de polidor de metais, mas não exagere na força pois como já disse o banho é fino.

    Uma placa de tamanho decente estanhada por banho galvânico
       Agora é só aplicar as trilhas, que pode ser com caneta, transferência de toner, silk ou qualquer outro método. Só não use bombril para retirar a tinta de proteção das trilhas, use solvente (álcool para caneta de retro-projetor e água raz, acetona ou thinner para toner ou silk)

    A placa ai de cima já corroída.
       A placa final já corroída. O processo foi o de transferência de toner e o corrosivo, ácido muriático e peróxido de hidrogênio. As pequenas falhas devem-se que o cartucho de toner da minha HP 4 Plus não esta bom (final de vida útil, já é toner recarregado) e esta deixando pequenas falhas na impressão, o que deixa pequenos poros na camada de toner na placa por onde entra o corrosivo e faz essas falhas.

    Uma das plaquinhas mais de perto. Da pra ver na parte debaixo as falhas devido
    a má cobertura do toner que esta no final da vida útil.

    segunda-feira, 26 de outubro de 2009

    Como instalar o Windows 7 em um netbook a partir de um pendrive



    Tutorial ensina driblar a falta de um drive de DVD no computador portátil. Instalação pode levar menos de meia hora.



    pendrive_windows_150Embora a maneira mais fácil de instalar o Windows 7 em um netbook seja por meio de um drive de DVD externo, não vale a pena gastar entre 250 reais e 350 reais caso não venha a usar o dispositivo frequentemente. Se você tiver um pendrive com 4 GB de espaço (um novo custa em média 60 reais), saiba que pode resolvr seu problema.
    Mas a instalação do Windows 7 por meio de um pendrive não é tão simples assim, já que não é suficiente copiar o conteúdo do DVD do Windows 7 para o dispositivo USB.
    Antes, deve-se criar uma partição e torná-la ativa para ser reconhecido pelo computador como um drive inicializável. Como a atualização a partir do Windows XP envolve passos mais complexos, esse tutorial descreve este procedimento. Mas ele também se aplica no caso do Vista, já que a Microsoft não irá vender a versão update do novo sistema operacional no Brasil.


    Nota: Como o Windows 7 não pode ser instalado como uma atualização sobre o Windows XP, é necessário usar a opção 'Instalação personalizada', a mais completa, trabalhosa e demorada. Isto significa que todos os seus programas e os dados serão perdidos. Por esta razão, não se esqueça de fazer backup de segurança do registro do sistema, criar um ponto de restauração e fazer backup dos seus dados antes de instalar o Windows 7.  
    Etapa 1: Formato da chave USB e torná-lo ativo
    Um pendrive é visto como um dispositivo removível no Windows XP e, por esse motivo, o gerenciador de disco não permite particioná-lo, muito menos criar uma partição ativa. Essa opção estará desabilitada (na cor cinza), como mostra  figura abaixo. E também não vai deixar você formatar utilizando o sistema de arquivos NTFS.
    tela1.jpg
    Uma das maneiras mais simples de se fazer isso é utilizando o HP USB Disk Storage Format Tool, utilitário que além de formatar o dispositivo flash com o sistema de arquivos NTFS, também torna a partição ativa.
    Instale o software, localize o pendrive que aparece na lista de dispositivos, altere o sistema de arquivos (File) para NTFS. Depois, selecione a “Formatação rápida” e clique em Iniciar. O processo todo vai demorar apenas alguns segundos.
    tela3.jpg
    Para confirmar se a formatação da unidade foi feita corretamente, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador, clique em Gerenciar, Gerenciamento de disco. Você verá o pendrive listado com o status de “ativo”, a indicação de capacidade e o sistema de arquivos (NTFS).
    tela4.jpg


    Etapa 2: Crie uma área inicializável (boot)
    O Windows 7 usa um programa chamado Bootmgr para carregar. A partição ativa no pendrive precisa ter o código escrito lá para que o seu setor de inicialização seja reconhecido pelo Bootmgr.
    Esse código pode ser escrito no pendrive utilizando o programa bootsect.exe, que fica na pasta de inicialização do DVD do Windows 7. Para extrair esse código, temos que usar o prompt de comando - acessível a partir do menu Iniciar (selecione Executar, digite cmd e pressione Enter).
    Uma vez que o prompt de comando é aberto, alterne para o drive onde está o Windows 7, digitando a letra da unidade de DVD, que normalmente é d:.
    A seguir, digite a seguinte linha de comando:

    boot\bootsect /nt60 j:
    Em nosso exemplo, estamos dizendo para usar o comando bootsect para escrever o código de boot na unidade USB (no caso, é a unidade j: - substitua pela letra correspondente ao drive USB em seu computador)
    Se a operação for bem-sucedida, você verá uma tela com a mensagem semelhante ao exemplo abaixo:
    tela6.jpg


    Etapa 3: Cópia do Windows 7 para o Pendrive
    Agora feche a janela do prompt de comando e simplemente copie o conteúdo do DVD do windows 7 para o pendrive. Isso levará cerca de sete minutos, dependendo de seu computador e da velocidade de gravação do pendrive.
    tela7.jpg
    O diretório raiz do DVD do Windows 7 tem cinco pastas
    e três arquivos, totalizando 2,32 GB

    Etapa 4: Altere a sequência de inicializadção no netbook
    Para que a instalação ocorra é preciso que o netbook dê boot utilizando o pendrive e não do disco rígido (drive C:), como é o normal. Para alterar isso, informa à BIOS do portátil que uma nova sequeência de boot deve ser adotada.
    Esse procedimento varia dependendo da marca do netbook. Mas, geralmente, o acesso à BIOS se dá pressionando a tecla F2 ou DEL, ao ligar o netbook. A dica é ficar de olho na mensagem que é exibida na parte inferior da tela quando o equipamento é ligado (ela informa qual tecla deve ser pressionada para acessar à BIOS).
    Uma vez na BIOS, vá ao menu de inicialização e procure a configuração "Boot Device Priority" e selecione a opção que indica o drive USB com primeiro dispositivo de boot.
    tela8.jpg
    Salve as alterações e saia do BIOS. Com o pendrive que tem a cópia do Windows 7 conectado a uma porta USB do netbook, o assistente de instalação será carregado. Siga os passos indicados até completar a instalação.

    domingo, 25 de outubro de 2009

    CIRCUITO PRA PERDER A CABEÇA

    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJ-4PeMu6s6m9ed2ZXq9MT_l4EaVqeM0b_fdFgVisnb5suWKUJitDLqy4ZqcNCYV8Dv88fDHyDamlpsam7Eg0KOssPgYKBjuJKHbybDEJa4dnkthRrUPw9N_1eFH8oQ_VNW1rBfTwNRO8/?imgmax=800
    [ATT00000111[4].gif]

    sábado, 24 de outubro de 2009

    CIRCUITOS SENSORES

    Sensores e Detectores

    Detector Metais

    Detector Metais


    ATENÇÃO - O uso e transporte de de detectores de metais encontra-se legislado, antes de utilizar verifique o enquadramento legal da sua utilização no link seguinte -  Lei n.º121/99 -  Utilização de detectores de metais.

    Detector de proximidade por carga electrostática 

    Detector proximidade electrostatico
    Alimentação-12V DC Consumo-0,1 A 

    Detector de sinal de vídeo 

    Detector sinal vídeo
    Alimentação-12V DC Consumo-0,1 A
    Este detector permite activa um relé com a presença de vídeo composto na entrada 
     

     Detector de Proximidade por Infra Vermelhos

    Detector proximidade Infra Vermelhos 
    Alimentação V Max-12V DC Consumo I max-0,1 A
     

     Detector de Nível de Liquidos

    Detector de nível de liquidos
    A sonda é composta por dois electrodos de pelo menos 5 Cm de largura e separados entre si por menos de 1 Cm 
    Alimentação-12V DC Consumo-0,1 A
    ATENÇÃO - NÃO USAR PARA DETECTAR LIQUIDOS INFLAMÁVEIS

     Alarme Congelação

    Alarme de congelação
     

    Alarme Porta

    Este dispositico é sensível ao toque, pode ser utilizado como alarme de uma porta, como sensor de toque em qualquer outra aplicação.
    alarme porta
    R1-1M   1/4W Resistência
    R2-3K3  1 or 2W Resistência (ver notas)
    R3-10K   1/2W Trimmer Cermet (ver notas)
    R4-33K   1/4W Resistência
    R5-150K   1/4W Resistência
    R6-2K2  1/4W Resistência
    R7-22K   1/4W Resistência
    R8-4K7  1/4W Resistência

    C1,C2-10nF   63V Ceramico ou Polyester Condensadores
    C3-10pF   63V Ceramico Condensador
    C4,C6-100nF   63V Ceramic or Polyester Condensadores
    C5-2΅2   25V Electrolytic Condensador
    C7-100΅F   25V Electrolytic Condensador

    D1,D2,D4-1N4148   75V 150mA Diodos
    D3-5 - 3mm. LED vermelho

    Q1,Q2,Q3,Q5-BC547   45V 100mA NPN Transistores
    Q4-BC557   45V 100mA PNP Transistor

    L1-   (See Notes)
    L2-10mH  inductor miniatura

    Sensor(gancho)- (ver notas)

    BZ1-Piezo (incorpora oscilador 3KHz)

    SW1,SW2-SPST  Switch Miniatura

    B1-9V  PP3 Bateria

    Notas - 
    L1 é formada por 20 a 30 espiras de fio de cobre esmaltado diâmetro de 0.4mm enrolada na R2 e soldar as extremidades da bobina à resistência.
    Deve encher o corpo R2 completamente com o enrolamento da bobina:
    o número de espiras pode variar ligeiramente, dependendo dos tipos diferentes comprimento da resistência de 1W ou 2W (as dimensões médias para estes componentes são 13-18mm. comprimento e 5-6mm. diâmetro).

    O sensor ao toque é feito do fio não-isolado 1-2mm de diâmetro (bronze por exemplo).
    Seu comprimento pode variar entre 5 a 10cm. (nao é crítico).

    Se o dispositivo for movido frequentemente para locais diferentes, o potênciometro R3 pode ser substituído por um potenciômetro linear comum com o botão exterior para um fácil ajuste.

    Para configurar o dispositivo, ajuste R3 até que o diodo emissor de luz se ilumine, a seguir gire lentamente para trás a chave de fenda (ou o botão) até que o diodo emissor de luz esteja completamente desligada. Neste momento, tocando no sensor com sua mão o diodo emissor de luz ilumina-se, apagando-se quando a mão é retirada. Finalmente, com SW1 ligado o o piezo vai ligar, mas não para até que SW2 esteja desactivado.

    Interruptor Controlado por Voz (VOX) 

    Este circuito usa um MC2830, permitindo criar um interruptor ativado voz (VOX). Um circuito tradicional do VOX é incapaz de distinguir entre a voz e o ruído no sinal. Num ambiente ruidoso, o interruptor é provocado frequentemente pelo ruído, ou a sensibilidade da activação deve ser reduzida. Este circuito supera este problema. O interruptor é activado pelo nível da voz acima do ruído e não se activado pelo ruído de fundo. Isto consegue-se utilizando as diferenças entre a modulação da voz e do ruído. Os modulação da voz têm geralmente uma escala de variação larga em amplitude, enquanto a modulação do ruído são mais estáveise menos amplas. A sensibilidade para activação com voz depende do valor de R6. A sensibilidade da ativação da voz está reduzida de 3.0dB a 8.0dB acima do ruído se R6 mudar de 14k a 7.0k.
    Detector Voz - Voice Control (VOX)

    Controle de temperatura para aquário

    Este circuito destina-se a manter a temperatura de um aquário dentro de uma gama ajustada por P1.
    O sensor é um termistor ou NTC de 22K, que deve ficar em contacto com a água do aquário mas devidamente isolado electricamente, se a resistência já se encontra no aquário, os circuitos podem ligar externamente com excepção da NTC. O relé MC2R1 tem contactos que podem suportar 2 ampéres, verifique a potência de consumo da resistência de aquecimento, normalmente é suficiente os 2A, pode ser substituído por outro. 
    controlo temperatura para aquarios

    Aquecedor para Aquário

    Amplificador 10W Valculas electronicas

    Circuito: O Valor da Resistência R1 de aquecimento varia em função da entrada de 220V ou 110V
    • 110V: 470 a 1K2
    • 220V: 1K7 a 4K7
    O circuito não se desliga automaticamente, o controle de temperatura pode ser executado por outro circuito,  controle de temperatura para aquário.

    OS/2

    http://www.meiobit.com/files/os2.gif

    Desde o início da era PC, a Microsoft e a IBM vinham trabalhando juntas no desenvolvimento do MS-DOS e outros programas para a plataforma PC. Mas, em 1990, a IBM e a Microsoft se desentenderam e cada uma ficou com uma parte do trabalho feito, com o qual tentaram tomar a liderança do mercado de sistemas operacionais.
    http://files.oldos.org/images/os2v1splash.gif

    Alguns brincam que a IBM ficou com a parte que funciona e a Microsoft com o resto, mas a verdade é que apesar de o OS/2 da IBM ser tecnicamente superior ao Windows 95, foi o sistema das janelas quem levou a melhor, pois era mais fácil de usar e contava com a familiaridade dos usuários com o Windows 3.1, enquanto a IBM derrapava numa combinação de falta de investimento, falta de apoio aos desenvolvedores e falta de marketing.

    Inicialmente, o OS/2 era incompatível com os softwares desenvolvidos para o Windows, o que era um grande empecilho, já que o Windows era muito mais popular entre os desenvolvedores. Depois de muita negociação, a IBM conseguiu um acordo com a Microsoft, que permitia que o OS/2 executasse o Windows 3.11 dentro de uma máquina virtual, oferecendo compatibilidade com seus programas. Entretanto, o tiro acabou saindo pela culatra, pois desestimulou ainda mais o desenvolvimento de aplicativos nativos para o OS/2, fazendo com que ele acabasse concorrendo (em desvantagem) com o Windows em seu próprio território. Rodar programas Windows dentro do OS/2 era muito mais problemático e o desempenho era inferior, fazendo com que mais e mais usuários preferissem usar o Windows diretamente.

    Embora esteja oficialmente morto, o OS/2 ainda é utilizado por algumas empresas e alguns grupos de entusiastas. Em 2005 a Serenity comprou os direitos sobre o sistema, dando origem ao eComStation, um sistema comercial disponível no http://www.ecomstation.com/.

    terça-feira, 20 de outubro de 2009

    SUA BUNDA É ASSIM?

    http://www.seuorkut.com.br/pramachos/imagens/gif/mulher/bundass.jpg

    segunda-feira, 12 de outubro de 2009

    CBHD: será a China capaz de sobrepujar o Blu-Ray?

    CBHD: será a China capaz de sobrepujar o Blu-Ray?
    Guerras de formatos sempre existiram e sempre tenderão a existir enquanto houver mais do que uma opção viável para determinado produto. O problema disso é que a indústria aceita somente um formato como sendo o “padrão absoluto”, evitando assim que as pessoas precisem possuir dois ou mais aparelhos, um para cada tecnologia (lembra-se da transição do da fita de vídeo para o DVD, quando muita gente possuía ambos os aparelhos?).

    A guerra de formatos que mais deu o que falar nos últimos tempos foi a do Blu-Ray contra o HD-DVD: eles brigavam para descobrir qual deles seria o formato considerado como padrão para a reprodução de filmes em alta definição (os de sigla HD, ou “High Definition”).

    Em fevereiro de 2008, a Toshiba declarou que pararia de desenvolver players de HD-DVD, dando, portanto, a vitória ao formato Blu-Ray. Contudo, na metade de 2007 um novo formato, chamado CBHD (China Blue High-definition Disc), havia sido anunciado. Mas, o que ninguém sabia até então, era que tal formato, cujo desenvolvimento foi bancado pelo governo da China, tinha tanto potencial.
    O CBHD

    A China é o país que mais produz discos de DVD no mundo, sendo responsável por 30% da produção, apesar disso, a pirataria no país é enorme. Para você ter ideia a pirataria de lá já é capaz de realizar cópias de conteúdo em alta definição, os quais são baixados e comprimidos para que tudo caiba em um DVD e, além disso, o mais impressionante é que tal técnica produz resultados com qualidade de imagem superior à do DVD comum (mesmo gravado em um!).

    Novidade quente!Com isso em mente, a China pensou em uma maneira de criar uma tecnologia barata, capaz de combater a pirataria e de impedir o pagamento de royalties aos fabricantes de Blu-Ray. Então, o CBHD foi criado.

    Baseado no HD-DVD, o CBHD possui a mesma capacidade de armazenamento (30 GB). Contudo, ele possui um custo de produção extremamente menor quando comparado ao HD-DVD e ao Blu-Ray (algo em torno de nove dólares). Além disso, o próprio player (produzido pela Shinco e pela TCL) do formato CBHD é mais barato, chegando a custar até 40% menos do que um player de Blu-Ray, tanto que em poucos meses desde o seu lançamento, o CBHD já é muito mais vendido do que o Blu-Ray, chegando a apresentar uma proporção de três discos CBHD vendidos para um Blu-Ray.
    Mas você deve estar pensando, como que tal formato pode emplacar se o seu único concorrente possui apoio de grandes estúdios estadunidenses? Ora, isso porque essa é uma grande chance para o cinema Hollywoodiano invadir “com tudo” o mercado chinês. Um exemplo disso é que a Warner Bros. foi a primeira a apoiar o novo formato, seguida posteriormente pela Universal Studios e pela National Geographic.


    Compare as diferenças
    A Warner já disponibilizou 30 filmes em CBHD e pretende lançar, até o final de 2009, outros 100 títulos. Entre eles estão os títulos Harry Potter (do 1 ao 6), Diamante de Sangue, Speed Racer e A Bússola de Ouro.

    Como se já não bastasse o fato de ele ser mais barato do que o Blu-Ray e de que está, cada vez mais, recebendo mais suporte de grandes nomes da indústria cinematográfica, o CBHD possui outras vantagens em relação ao seu oponente: codecs de áudio (DRA) e vídeo (AVS) mais poderosos (a capacidade inferior do disco não é por acaso), navegação de menus parecida com a dos DVDs, um tipo de modulação diferente e, principalmente, uma ferramenta extra de proteção contra cópias (DKAA). Apesar disso, ao contrário do que você poderia ter imaginado, o método de gravação é basicamente o mesmo: laser azul-violeta.

    Apesar disso tudo, há ainda quem diga que a era das mídias 100% “baixáveis” não está longe de chegar, e ainda, que esse papo de discos de alta definição não vai durar muito tempo.
    Mas e você? Vai arriscar comprar um player Blu-Ray ou CBHD (quando ele estiver disponível) agora, vai esperar mais um pouco ou não vai comprar nada e esperar que a indústria cinematográfica libere o download dos seus filmes? Deixe a sua opinião!



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