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TECMATRÔNICA®

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Relógio

Look! (visitem!)TECMATRÔNICA INFORMÁTICA

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Banho de estanho para placas

Banho de estanho para placas
   (a página pode demorar um pouco para carregar, 850Kb de fotos)
  
   Proteger placas de circuito impresso contra a corrosão é algo que muitos fazem e utilizam diversas formas, tal como breu dissolvido em thinner, verniz, etc. Todas apresentam resultados satisfatórios, porem cada uma tem suas vantagens e seus inconvenientes.
   O breu por exemplo, já é usado a muito tempo e funciona até como fluxo de solda, mas o breu além de ser muito quebradiço é muito grudento, basta manusear a placa um pouco e com o próprio calor e suor dos dedos ele já começa a amolecer e melecar tudo.
   O verniz já não tem este inconveniente do breu, mas acaba por atrapalhar um pouco a soldagem, pois é preciso uma temperatura acima de 250 graus para derrete-lo e ele deixa sujeira na solda que precisará ser limpa com uma escova de dentes velha
   Em todos os dois métodos acima, mesmo assim o cobre ainda tende a oxidar com o tempo, ficando com aspecto escuro, isso devido a própria reação com a camada protetora, a própria sujeira que ficou durante a manipulação entre outros fatores.
   O acabamento que alia a vantagem de não oxidar o cobre e facilitar em 100% a soldagem e o estanhamento. O estanhamento consiste em aplicar uma fina camada de estanho sobre a placa, podendo ser feito pelo menos de três maneiras diferentes:
   - Manual, com ferro de solda e pasta de solda
   - Por onda ou cadinho de solda e fluxo.
   - Deposição galvânica.
   O primeiro método é simples e a grande maioria conhece e o faz. Eu mesmo o uso frequentemente. Várias das placas que estão no final desta página que tem o acabamento estanhado foram feitas assim.
   O segundo não é praticável em casa para baixa quantidade ou produção artesanal, requerendo no mínimo um cadinho de solda.
   O terceiro até que é fácil de fazer, e a placa deve se banhada antes de se desenhar e corroer as trilhas.
   Mas existe um "grande mistério" em torno da galvanização. A parte teórica sobre o processo pode ser lida neste artigo na wikipédia. Irei tratar aqui apenas do aspecto prático.
   Chega de blablabla. Vamos ao que interessa. Gostaria de tem placas com este acabamento?

Bonito né?
   Bom o que você vai precisar:
   - Solução de bateria
   - Água destilada ou desmineralizada (até "torneiral * " deve funcionar)
   - Uma barrinha de estanho 40x60 (se tiver com maior teor de estanho, melhor)
   - Borracha de silicone
   - Vasilha plástica
   - Bastão de plástico ou vidro
   - Copo para medição
   - Fonte de 12V de preferência ajustável e de uns 10A
   - Pedaços de fio
   - Amperimetro
   - Material de proteção individual (óculos, luva, etc...)

     (* água da torneira mesmo. :)

Água desmineralizada e solução de bateria.

Vasilha para o preparo e copo-medida

Barrinha de estanho 40/60 da Best
   A solução de bateria e água pode ser comprada em postos de gasolina ou auto-elétrica. O estanho e borracha de silicone em qualquer casa de ferragens.
   De posse de tudo isso, vamos proceder a diluição da solução de bateria.
   ANTES DE TUDO: Faça tudo em local arejado, use luvas e óculos de proteção.
   MUITO CUIDADO COM A SOLUÇÃO DE BATERIA! Ela é composta de ácido sulfúrico diluido. Se cair na pele arde e irrita e também pode machucar, na roupa estraga o tecido quase que imediatamente, no cimento ou piso corrói. Manuseie com cuidado e mantenha fora do alcance de crianças e animais. Se cair no chão, uma forma de neutralizar o efeito do ácido e espalhar bicarbonato de sódio dissolvido em água ou cal hidratada.
   Lembre-se das aulas de química: Coloque sempre o ácido lentamente sobre a água, NUNCA o contrário.
   Dilua 1 parte de solução de bateria para 20 de água. Ex: se for usar 100ml de ácido, precisará de 2000ml (2 litros) de água. Coloque sempre a água primeiro e já vertendo o ácido sobre a água lentamente e vá agitando a solução lentamente com um bastão de plástico ou vidro.
   NÃO REAPROVEITE PARA OUTROS USOS  o copo usado para medida, e nem as vasilhas usadas no processo.
   Pegue a barrinha de estanho e a enrole de forma a aumentar sua área:

Que foto ruim!
   Já aproveite e solde um pedaço de fio nela para conectar a fonte de alimentação. E cubra esta parte com borracha de silicone para que o ácido não ataque o fio de cobre.

   Agora pegue um pedaço de fio de cobre qualquer e faça um rolinho igual a barrinha de solda mais ou menos com a mesma área. Este eletrodo o usaremos no inicio do preparo do banho como "eletrodo de sacrifício".

Eita fiozinho feio! Queria o que... era sucata!
   Mergulhe tudo na solução e conecte a barrinha de estanho ao positivo da fonte, pode colocar o amperímetro em serie aqui, e o negativo no eletrodo de sacrifício. FAÇA ISSO EM LOCAL AREJADO! Pois será liberado hidrogênio e oxigênio em grande quantidade. Verifique a corrente no amperímetro. O valor deve ficar entre 3 e 6A. Você pode ajustar inicialmente a corrente aproximando ou afastando mais os eletrodos. Se estiver muito alta assim mesmo será necessário diluir mais ainda a solução. Coloque mais água (DEVAGAR!)

   Deixe "ferver" por cerca de 30 minutos, mas observe frequentemente o eletrodo de cobre. O objetivo disso é carregar a solução com íons de estanho/chumbo. Já que todo banho galvânico precisa ter um sal do metal a ser depositado dissolvido no ácido (no caso seria sulfato de estanho) e não temos isso com facilidade, a solução é produzir o sal na marra.
   Depois de algum tempo você ira notar que esta aparecendo estanho no eletrotodo de cobre:


   Desligue a fonte e deixe descansar por cerca de 1/2 hora. Deixe os eletrodos dentro da solução. Ela ira começar a ficar esbranquiçada/leitosa. É o nosso sulfato de chumbo/estanho aparecendo.

   Tudo pronto para começar o processo. Pegue a placa de circuito impresso virgem, solde um pedaço de fio nela e limpe tudo muito bem com bombril para tirar qualquer sinal de oxidação. É bom dar uma lavada antes com detergente para desengordurar (banho desengraxante). Não coloque os dedos sobre a area do cobre.

Sim, para estes testes eu usei só retalhos de placa.
   Conecte a placa no negativo da fonte, mergulhe na solução e ligue a fonte. Confira a corrente se esta em torno de 3 a 6A. Se estiver muito alta, diminua a tensão da fonte (por isso fonte ajustável). Quanto menor a tensão e corrente, melhor é o acabamento do banho, porem demora um pouco mais.

   Abaixo fiz um vídeo que mostra o processo em tempo real. Foram necessários dois minutos para uma camada suficiente para proteger a placa (a área a ser coberta influencia muito no tempo).

Este vídeo não é definitivo, depois eu faço um melhor mostrando o
preparo da placa antes e depois. :P
   Ao sair do banho a camada de estanho esta escurecida por causa do ácido da solução, mas isso não é problema. Lave a placa em água corrente.

   Basta polir o banho. Não use bombril, pois o banho é fino e pode chegar no cobre novamente, use papel (pode ser jornal, papel higiênico, papel toalha). Esfregue com vigor e pronto! Temos nossa placa inteiramente estanhada com uma finíssima camada de estanho/chumbo.

Este é um pedaço de retalho.
  O tempo do banho varia de acordo com vários fatores, mas os dois determinantes é a corrente utilizada e a área a ser banhada. Portanto para saber o ponto exato, vá retirando a placa do banho a cada minuto, quando as bordas começarem a ficar mais escuras indica que o estanho não esta mais aderindo a placa e sim formando pequenos grãos. Neste ponto retire a placa do banho, lave, faça um polimento prévio com jornal e coloque a placa no banho por mais um tempo até começar a escurecer as bordas novamente.
   Depois deste segundo passo, retire a placa, lave com água e detergente e faça o polimento definitivo. Eu não senti a necessidade, mas pode ser experimentado um polimento com Kaol ou outro tipo de polidor de metais, mas não exagere na força pois como já disse o banho é fino.

Uma placa de tamanho decente estanhada por banho galvânico
   Agora é só aplicar as trilhas, que pode ser com caneta, transferência de toner, silk ou qualquer outro método. Só não use bombril para retirar a tinta de proteção das trilhas, use solvente (álcool para caneta de retro-projetor e água raz, acetona ou thinner para toner ou silk)

A placa ai de cima já corroída.
   A placa final já corroída. O processo foi o de transferência de toner e o corrosivo, ácido muriático e peróxido de hidrogênio. As pequenas falhas devem-se que o cartucho de toner da minha HP 4 Plus não esta bom (final de vida útil, já é toner recarregado) e esta deixando pequenas falhas na impressão, o que deixa pequenos poros na camada de toner na placa por onde entra o corrosivo e faz essas falhas.

Uma das plaquinhas mais de perto. Da pra ver na parte debaixo as falhas devido
a má cobertura do toner que esta no final da vida útil.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Como instalar o Windows 7 em um netbook a partir de um pendrive



Tutorial ensina driblar a falta de um drive de DVD no computador portátil. Instalação pode levar menos de meia hora.



pendrive_windows_150Embora a maneira mais fácil de instalar o Windows 7 em um netbook seja por meio de um drive de DVD externo, não vale a pena gastar entre 250 reais e 350 reais caso não venha a usar o dispositivo frequentemente. Se você tiver um pendrive com 4 GB de espaço (um novo custa em média 60 reais), saiba que pode resolvr seu problema.
Mas a instalação do Windows 7 por meio de um pendrive não é tão simples assim, já que não é suficiente copiar o conteúdo do DVD do Windows 7 para o dispositivo USB.
Antes, deve-se criar uma partição e torná-la ativa para ser reconhecido pelo computador como um drive inicializável. Como a atualização a partir do Windows XP envolve passos mais complexos, esse tutorial descreve este procedimento. Mas ele também se aplica no caso do Vista, já que a Microsoft não irá vender a versão update do novo sistema operacional no Brasil.


Nota: Como o Windows 7 não pode ser instalado como uma atualização sobre o Windows XP, é necessário usar a opção 'Instalação personalizada', a mais completa, trabalhosa e demorada. Isto significa que todos os seus programas e os dados serão perdidos. Por esta razão, não se esqueça de fazer backup de segurança do registro do sistema, criar um ponto de restauração e fazer backup dos seus dados antes de instalar o Windows 7.  
Etapa 1: Formato da chave USB e torná-lo ativo
Um pendrive é visto como um dispositivo removível no Windows XP e, por esse motivo, o gerenciador de disco não permite particioná-lo, muito menos criar uma partição ativa. Essa opção estará desabilitada (na cor cinza), como mostra  figura abaixo. E também não vai deixar você formatar utilizando o sistema de arquivos NTFS.
tela1.jpg
Uma das maneiras mais simples de se fazer isso é utilizando o HP USB Disk Storage Format Tool, utilitário que além de formatar o dispositivo flash com o sistema de arquivos NTFS, também torna a partição ativa.
Instale o software, localize o pendrive que aparece na lista de dispositivos, altere o sistema de arquivos (File) para NTFS. Depois, selecione a “Formatação rápida” e clique em Iniciar. O processo todo vai demorar apenas alguns segundos.
tela3.jpg
Para confirmar se a formatação da unidade foi feita corretamente, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador, clique em Gerenciar, Gerenciamento de disco. Você verá o pendrive listado com o status de “ativo”, a indicação de capacidade e o sistema de arquivos (NTFS).
tela4.jpg


Etapa 2: Crie uma área inicializável (boot)
O Windows 7 usa um programa chamado Bootmgr para carregar. A partição ativa no pendrive precisa ter o código escrito lá para que o seu setor de inicialização seja reconhecido pelo Bootmgr.
Esse código pode ser escrito no pendrive utilizando o programa bootsect.exe, que fica na pasta de inicialização do DVD do Windows 7. Para extrair esse código, temos que usar o prompt de comando - acessível a partir do menu Iniciar (selecione Executar, digite cmd e pressione Enter).
Uma vez que o prompt de comando é aberto, alterne para o drive onde está o Windows 7, digitando a letra da unidade de DVD, que normalmente é d:.
A seguir, digite a seguinte linha de comando:

boot\bootsect /nt60 j:
Em nosso exemplo, estamos dizendo para usar o comando bootsect para escrever o código de boot na unidade USB (no caso, é a unidade j: - substitua pela letra correspondente ao drive USB em seu computador)
Se a operação for bem-sucedida, você verá uma tela com a mensagem semelhante ao exemplo abaixo:
tela6.jpg


Etapa 3: Cópia do Windows 7 para o Pendrive
Agora feche a janela do prompt de comando e simplemente copie o conteúdo do DVD do windows 7 para o pendrive. Isso levará cerca de sete minutos, dependendo de seu computador e da velocidade de gravação do pendrive.
tela7.jpg
O diretório raiz do DVD do Windows 7 tem cinco pastas
e três arquivos, totalizando 2,32 GB

Etapa 4: Altere a sequência de inicializadção no netbook
Para que a instalação ocorra é preciso que o netbook dê boot utilizando o pendrive e não do disco rígido (drive C:), como é o normal. Para alterar isso, informa à BIOS do portátil que uma nova sequeência de boot deve ser adotada.
Esse procedimento varia dependendo da marca do netbook. Mas, geralmente, o acesso à BIOS se dá pressionando a tecla F2 ou DEL, ao ligar o netbook. A dica é ficar de olho na mensagem que é exibida na parte inferior da tela quando o equipamento é ligado (ela informa qual tecla deve ser pressionada para acessar à BIOS).
Uma vez na BIOS, vá ao menu de inicialização e procure a configuração "Boot Device Priority" e selecione a opção que indica o drive USB com primeiro dispositivo de boot.
tela8.jpg
Salve as alterações e saia do BIOS. Com o pendrive que tem a cópia do Windows 7 conectado a uma porta USB do netbook, o assistente de instalação será carregado. Siga os passos indicados até completar a instalação.

domingo, 25 de outubro de 2009

sábado, 24 de outubro de 2009

CIRCUITOS SENSORES

Sensores e Detectores

Detector Metais

Detector Metais


ATENÇÃO - O uso e transporte de de detectores de metais encontra-se legislado, antes de utilizar verifique o enquadramento legal da sua utilização no link seguinte -  Lei n.º121/99 -  Utilização de detectores de metais.

Detector de proximidade por carga electrostática 

Detector proximidade electrostatico
Alimentação-12V DC Consumo-0,1 A 

Detector de sinal de vídeo 

Detector sinal vídeo
Alimentação-12V DC Consumo-0,1 A
Este detector permite activa um relé com a presença de vídeo composto na entrada 
 

 Detector de Proximidade por Infra Vermelhos

Detector proximidade Infra Vermelhos 
Alimentação V Max-12V DC Consumo I max-0,1 A
 

 Detector de Nível de Liquidos

Detector de nível de liquidos
A sonda é composta por dois electrodos de pelo menos 5 Cm de largura e separados entre si por menos de 1 Cm 
Alimentação-12V DC Consumo-0,1 A
ATENÇÃO - NÃO USAR PARA DETECTAR LIQUIDOS INFLAMÁVEIS

 Alarme Congelação

Alarme de congelação
 

Alarme Porta

Este dispositico é sensível ao toque, pode ser utilizado como alarme de uma porta, como sensor de toque em qualquer outra aplicação.
alarme porta
R1-1M   1/4W Resistência
R2-3K3  1 or 2W Resistência (ver notas)
R3-10K   1/2W Trimmer Cermet (ver notas)
R4-33K   1/4W Resistência
R5-150K   1/4W Resistência
R6-2K2  1/4W Resistência
R7-22K   1/4W Resistência
R8-4K7  1/4W Resistência

C1,C2-10nF   63V Ceramico ou Polyester Condensadores
C3-10pF   63V Ceramico Condensador
C4,C6-100nF   63V Ceramic or Polyester Condensadores
C5-2΅2   25V Electrolytic Condensador
C7-100΅F   25V Electrolytic Condensador

D1,D2,D4-1N4148   75V 150mA Diodos
D3-5 - 3mm. LED vermelho

Q1,Q2,Q3,Q5-BC547   45V 100mA NPN Transistores
Q4-BC557   45V 100mA PNP Transistor

L1-   (See Notes)
L2-10mH  inductor miniatura

Sensor(gancho)- (ver notas)

BZ1-Piezo (incorpora oscilador 3KHz)

SW1,SW2-SPST  Switch Miniatura

B1-9V  PP3 Bateria

Notas - 
L1 é formada por 20 a 30 espiras de fio de cobre esmaltado diâmetro de 0.4mm enrolada na R2 e soldar as extremidades da bobina à resistência.
Deve encher o corpo R2 completamente com o enrolamento da bobina:
o número de espiras pode variar ligeiramente, dependendo dos tipos diferentes comprimento da resistência de 1W ou 2W (as dimensões médias para estes componentes são 13-18mm. comprimento e 5-6mm. diâmetro).

O sensor ao toque é feito do fio não-isolado 1-2mm de diâmetro (bronze por exemplo).
Seu comprimento pode variar entre 5 a 10cm. (nao é crítico).

Se o dispositivo for movido frequentemente para locais diferentes, o potênciometro R3 pode ser substituído por um potenciômetro linear comum com o botão exterior para um fácil ajuste.

Para configurar o dispositivo, ajuste R3 até que o diodo emissor de luz se ilumine, a seguir gire lentamente para trás a chave de fenda (ou o botão) até que o diodo emissor de luz esteja completamente desligada. Neste momento, tocando no sensor com sua mão o diodo emissor de luz ilumina-se, apagando-se quando a mão é retirada. Finalmente, com SW1 ligado o o piezo vai ligar, mas não para até que SW2 esteja desactivado.

Interruptor Controlado por Voz (VOX) 

Este circuito usa um MC2830, permitindo criar um interruptor ativado voz (VOX). Um circuito tradicional do VOX é incapaz de distinguir entre a voz e o ruído no sinal. Num ambiente ruidoso, o interruptor é provocado frequentemente pelo ruído, ou a sensibilidade da activação deve ser reduzida. Este circuito supera este problema. O interruptor é activado pelo nível da voz acima do ruído e não se activado pelo ruído de fundo. Isto consegue-se utilizando as diferenças entre a modulação da voz e do ruído. Os modulação da voz têm geralmente uma escala de variação larga em amplitude, enquanto a modulação do ruído são mais estáveise menos amplas. A sensibilidade para activação com voz depende do valor de R6. A sensibilidade da ativação da voz está reduzida de 3.0dB a 8.0dB acima do ruído se R6 mudar de 14k a 7.0k.
Detector Voz - Voice Control (VOX)

Controle de temperatura para aquário

Este circuito destina-se a manter a temperatura de um aquário dentro de uma gama ajustada por P1.
O sensor é um termistor ou NTC de 22K, que deve ficar em contacto com a água do aquário mas devidamente isolado electricamente, se a resistência já se encontra no aquário, os circuitos podem ligar externamente com excepção da NTC. O relé MC2R1 tem contactos que podem suportar 2 ampéres, verifique a potência de consumo da resistência de aquecimento, normalmente é suficiente os 2A, pode ser substituído por outro. 
controlo temperatura para aquarios

Aquecedor para Aquário

Amplificador 10W Valculas electronicas

Circuito: O Valor da Resistência R1 de aquecimento varia em função da entrada de 220V ou 110V
  • 110V: 470 a 1K2
  • 220V: 1K7 a 4K7
O circuito não se desliga automaticamente, o controle de temperatura pode ser executado por outro circuito,  controle de temperatura para aquário.

OS/2

http://www.meiobit.com/files/os2.gif

Desde o início da era PC, a Microsoft e a IBM vinham trabalhando juntas no desenvolvimento do MS-DOS e outros programas para a plataforma PC. Mas, em 1990, a IBM e a Microsoft se desentenderam e cada uma ficou com uma parte do trabalho feito, com o qual tentaram tomar a liderança do mercado de sistemas operacionais.
http://files.oldos.org/images/os2v1splash.gif

Alguns brincam que a IBM ficou com a parte que funciona e a Microsoft com o resto, mas a verdade é que apesar de o OS/2 da IBM ser tecnicamente superior ao Windows 95, foi o sistema das janelas quem levou a melhor, pois era mais fácil de usar e contava com a familiaridade dos usuários com o Windows 3.1, enquanto a IBM derrapava numa combinação de falta de investimento, falta de apoio aos desenvolvedores e falta de marketing.

Inicialmente, o OS/2 era incompatível com os softwares desenvolvidos para o Windows, o que era um grande empecilho, já que o Windows era muito mais popular entre os desenvolvedores. Depois de muita negociação, a IBM conseguiu um acordo com a Microsoft, que permitia que o OS/2 executasse o Windows 3.11 dentro de uma máquina virtual, oferecendo compatibilidade com seus programas. Entretanto, o tiro acabou saindo pela culatra, pois desestimulou ainda mais o desenvolvimento de aplicativos nativos para o OS/2, fazendo com que ele acabasse concorrendo (em desvantagem) com o Windows em seu próprio território. Rodar programas Windows dentro do OS/2 era muito mais problemático e o desempenho era inferior, fazendo com que mais e mais usuários preferissem usar o Windows diretamente.

Embora esteja oficialmente morto, o OS/2 ainda é utilizado por algumas empresas e alguns grupos de entusiastas. Em 2005 a Serenity comprou os direitos sobre o sistema, dando origem ao eComStation, um sistema comercial disponível no http://www.ecomstation.com/.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

CBHD: será a China capaz de sobrepujar o Blu-Ray?

CBHD: será a China capaz de sobrepujar o Blu-Ray?
Guerras de formatos sempre existiram e sempre tenderão a existir enquanto houver mais do que uma opção viável para determinado produto. O problema disso é que a indústria aceita somente um formato como sendo o “padrão absoluto”, evitando assim que as pessoas precisem possuir dois ou mais aparelhos, um para cada tecnologia (lembra-se da transição do da fita de vídeo para o DVD, quando muita gente possuía ambos os aparelhos?).

A guerra de formatos que mais deu o que falar nos últimos tempos foi a do Blu-Ray contra o HD-DVD: eles brigavam para descobrir qual deles seria o formato considerado como padrão para a reprodução de filmes em alta definição (os de sigla HD, ou “High Definition”).

Em fevereiro de 2008, a Toshiba declarou que pararia de desenvolver players de HD-DVD, dando, portanto, a vitória ao formato Blu-Ray. Contudo, na metade de 2007 um novo formato, chamado CBHD (China Blue High-definition Disc), havia sido anunciado. Mas, o que ninguém sabia até então, era que tal formato, cujo desenvolvimento foi bancado pelo governo da China, tinha tanto potencial.
O CBHD

A China é o país que mais produz discos de DVD no mundo, sendo responsável por 30% da produção, apesar disso, a pirataria no país é enorme. Para você ter ideia a pirataria de lá já é capaz de realizar cópias de conteúdo em alta definição, os quais são baixados e comprimidos para que tudo caiba em um DVD e, além disso, o mais impressionante é que tal técnica produz resultados com qualidade de imagem superior à do DVD comum (mesmo gravado em um!).

Novidade quente!Com isso em mente, a China pensou em uma maneira de criar uma tecnologia barata, capaz de combater a pirataria e de impedir o pagamento de royalties aos fabricantes de Blu-Ray. Então, o CBHD foi criado.

Baseado no HD-DVD, o CBHD possui a mesma capacidade de armazenamento (30 GB). Contudo, ele possui um custo de produção extremamente menor quando comparado ao HD-DVD e ao Blu-Ray (algo em torno de nove dólares). Além disso, o próprio player (produzido pela Shinco e pela TCL) do formato CBHD é mais barato, chegando a custar até 40% menos do que um player de Blu-Ray, tanto que em poucos meses desde o seu lançamento, o CBHD já é muito mais vendido do que o Blu-Ray, chegando a apresentar uma proporção de três discos CBHD vendidos para um Blu-Ray.
Mas você deve estar pensando, como que tal formato pode emplacar se o seu único concorrente possui apoio de grandes estúdios estadunidenses? Ora, isso porque essa é uma grande chance para o cinema Hollywoodiano invadir “com tudo” o mercado chinês. Um exemplo disso é que a Warner Bros. foi a primeira a apoiar o novo formato, seguida posteriormente pela Universal Studios e pela National Geographic.


Compare as diferenças
A Warner já disponibilizou 30 filmes em CBHD e pretende lançar, até o final de 2009, outros 100 títulos. Entre eles estão os títulos Harry Potter (do 1 ao 6), Diamante de Sangue, Speed Racer e A Bússola de Ouro.

Como se já não bastasse o fato de ele ser mais barato do que o Blu-Ray e de que está, cada vez mais, recebendo mais suporte de grandes nomes da indústria cinematográfica, o CBHD possui outras vantagens em relação ao seu oponente: codecs de áudio (DRA) e vídeo (AVS) mais poderosos (a capacidade inferior do disco não é por acaso), navegação de menus parecida com a dos DVDs, um tipo de modulação diferente e, principalmente, uma ferramenta extra de proteção contra cópias (DKAA). Apesar disso, ao contrário do que você poderia ter imaginado, o método de gravação é basicamente o mesmo: laser azul-violeta.

Apesar disso tudo, há ainda quem diga que a era das mídias 100% “baixáveis” não está longe de chegar, e ainda, que esse papo de discos de alta definição não vai durar muito tempo.
Mas e você? Vai arriscar comprar um player Blu-Ray ou CBHD (quando ele estiver disponível) agora, vai esperar mais um pouco ou não vai comprar nada e esperar que a indústria cinematográfica libere o download dos seus filmes? Deixe a sua opinião!



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

DÚVIDAS?

MAS NA REALIDADE QUAL MESMO O MELHOR EQUIPAMENTO?
VEMOS CONSTANTEMENTE ESTES ESPECIALISTAS EM JOGOS DE PC QUEBRANDO AS CABEÇAS TENTANDO CORRIGIR E MUITAS VEZES FRACASSAREM.


ORA: O MELHOR SEMPRE É O NOVO?

Melhor configuração de PC para jogos




Confira a melhor configuração possível em um computador atual!

Neste artigo vamos falar um pouco sobre as melhores configurações que podem ser montadas em um computador para rodar facilmente os games mais pesados da atualidade. As dicas tratam dos componentes internos do PC, como processador, placa de vídeo, memória, fonte e disco rígido, além de peças como gabinetes, teclados e mouses.
Com a chegada do Natal muitos estão querendo ir às lojas em busca de novas peças para o computador. Se você tiver dinheiro suficiente, é possível montar um verdadeiro PC dos sonhos para jogos, mas esteja preparado para mudar vários componentes, evitando que um deles freie o desempenho total.
Observações iniciais
Há algum tempo atrás, o melhor computador que você poderia montar com a arquitetura dos processadores de quatro núcleos era associar duas placas de vídeo ATI RADEON HD4870X2, o que daria um total de quatro chips gráficos atuando simultaneamente.
Com a chegada do novo processador i7, muita coisa mudou neste quesito. Em testes realizados com diversas configurações, ele permite desempenhos jamais vistos ao acoplar três NVIDIA GEFORCE GTX280 trabalhando de forma conjunta dentro do computador, rodando games como Crysis à sessenta quadros por segundo em monitores realmente grandes.
Outra característica interessante para gamers em relação ao i7 é que ele acessa a memória do seu computador de forma direta, sem usar o front side bus para isso. Além desse detalhe, será necessário passar a  usar memórias DDR3 em triple channel para um rendimento elevado em desempenho. Deste modo, você precisará de três pentes de 1 ou 2GB atuando em rendimento máximo no seu computador.

Quer jogar tudo isso sem travar?

MONTANDO A MÁQUINA
Processador – Como dito anteriormente, é muito interessante procurar um i7 para sua máquina. Já existem três modelos com a nova arquiterura disponíveis. O melhor entre eles é o INTEL CORE i7 965 EXTREME, que opera quatro núcleos de 3.2GHz.
Preço médio: US$1000,00

Inovação tecnológica e desempenho caracterizam o i7

Placa-mãe – Para fazer com que tudo rode em pleno desempenho, é necessário ter uma placa-mãe que atenda a todos os requisitos dos outros componentes. Se você for demorar para comprar uma, espere a chegada da ASUS P6T6 WS REVOLUTION. Se não puder esperar, a melhor placa-mãe atual é a Gigabyte GA-EX58-EXTREME.
Preço médio: US$360,00

A melhor opção para a configuração indicada.

Placas de vídeo – Aqui as coisas começam a ficar um pouco mais interessantes (e caras). Com a configuração indicada acima você pode optar por até três chips gráficos associados em SLI, no caso da nvidia, que apresentou melhores resultados se comparado aos testes com as placas da ATI. A melhor opção é a GEFORCE GTX 280, em um conjunto de até três placas associadas, garantindo desempenho até então incomparável para jogos.
Preço médio: US$450,00

E aí, vai encarar?

Memórias – Devido à capacidade de triple channel do sistema que estamos montando, será necessário comprar conjuntos de três pentes de memória, somando 3, 6, ou até mesmo 12GB no total. O suporte que a placa mãe escolhida oferece permite a colocação de pentes DDR3 de 1333MHz. Sugerimos o conjunto CORSAIR DOMINATOR de 6GB.
Preço médio (6GB): US$300,00



HD – Em relação ao disco rígido, é recomendado um que tenha alta rotação, permitindo transferência de dados em boas quantias. O VELOCIRAPTOR da WESTERN DIGITAL pode ser uma ótima referência para jogos, apresentando dez mil rotações e 300GB de espaço em disco.
Preço médio: US$250,00

Um dos melhores HDs para jogos.

Fonte – Para alimentar todas as peças acima, sem dúvida será necessário uma fonte de alto rendimento. Neste aspecto, uma boa recomendação é a CORSAIR  HX1000W pode ser uma ótima opção, oferecendo 1000W e cerca de 80% de eficiência em condições reais.
Preço médio: US$250,00

É preciso alimentar todo esse sistema.

Gabinete – Para colocar todos esses componentes, não basta que seu gabinete seja apenas uma caixa de metal e plástico, certo? Ele deve ter, acima de tudo, um excelente sistema de refrigeração, impedindo que o calor, em especial gerado pelas placas de vídeo, cause algum tipo de problema durante os jogos.
Neste quesito, indicamos o ZALMAN LQ1000 como a melhor escolha, um gabinete que opera utilizando ventoinhas e refrigeração à água para manter o sistema em boas temperaturas, impedindo que problemas aconteçam enquanto você usa o PC.
Preço médio: US$700,00

Refrigeração híbrida para o seu sistema.

Sistema Operacional – O melhor sistema operacional para que você aproveite os recursos comprados, em especial no que se refere ao processador e à memória, é o Windows Vista em sua versão 64 bits, que faz uso de toda a memória disponível e otimiza os resultados no processamento.
CONCLUSÃO
As dicas acima foram pesquisadas no site E-bay, onde podemos ter uma boa noção dos preços em que se encontram algumas peças. Somando o computador dos sonhos, vamos gastar cerca de quatro mil dólares em peças, sem contar com monitores, teclado, mouse e outros componentes.
No entanto, você sem dúvida jogará os melhores games em quantidades muito elevadas de quadros por segundo. Caso queira rever todos os componentes em um único quadro, confira a tabela contendo todos eles logo abaixo:





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